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Suspeito de morte de modelo é encontrado sem vida em cela horas após prisão

Caso envolve queda do 13º andar e relação marcada por conflitos, segundo relatos.

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Caso segue sob investigação após morte de modelo e suspeito em curto intervalo de tempo 

O caso da morte da modelo e candidata a miss Ana Luiza Mateus Souza ganhou um novo desdobramento na manhã desta quinta-feira, 23 de abril, após o principal suspeito ser encontrado sem vida dentro da cela onde estava detido, no Rio de Janeiro. Ele havia sido preso poucas horas antes, sob suspeita de envolvimento na queda da jovem do 13º andar de um prédio na Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital.

De acordo com informações das autoridades, o homem foi localizado por agentes durante o período de custódia em uma delegacia especializada. A área da carceragem foi imediatamente isolada para os procedimentos periciais. A Polícia Civil apura as circunstâncias da morte ocorrida dentro da unidade.

As investigações apontam que, na noite anterior ao ocorrido, a vítima e o companheiro teriam protagonizado uma discussão no interior do apartamento. Testemunhas relataram que o desentendimento foi intenso, e funcionários do condomínio chegaram a aconselhar a jovem a deixar o local por precaução.

Horas depois, por volta das primeiras horas da manhã, a queda foi registrada. O suspeito teria deixado o edifício sozinho logo após a discussão, e, pouco tempo depois, a modelo foi encontrada já sem sinais vitais.

Relatos de pessoas próximas indicam que o relacionamento, que teria duração aproximada de três meses, era marcado por episódios frequentes de ciúmes e conflitos. Mensagens trocadas pela vítima com amigos e familiares, incorporadas à apuração, reforçam a hipótese de um ambiente de pressão psicológica.

Outro elemento que chamou a atenção dos investigadores foi a tentativa do suspeito de dificultar sua identificação ao se apresentar às autoridades utilizando dados de um familiar. A inconsistência foi rapidamente verificada, resultando na confirmação de sua identidade e na formalização da prisão em flagrante.

Com a morte do suspeito, a investigação segue para esclarecer completamente as circunstâncias tanto da queda da vítima quanto do ocorrido dentro da cela.

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