Publicado em 21/10/2026 às 11:16,
Cheia atingiu imóveis às margens do rio e acendeu o alerta na região; Defesa Civil informa que famílias ribeirinhas não precisaram deixar suas casas.
A elevação do nível do Rio Ivinhema provocou alagamentos em casas de veraneio e chamou a atenção de moradores e frequentadores da região entre Ivinhema e Nova Andradina, em Mato Grosso do Sul. Com uma alta de aproximadamente quatro metros, o rio avançou sobre áreas próximas às margens e atingiu imóveis utilizados principalmente durante fins de semana, férias e pescarias.
De acordo com informações da Defesa Civil de Ivinhema, as residências afetadas ficam próximas ao curso d’água e não possuem moradores permanentes. Por esse motivo, os danos registrados até o momento são principalmente materiais, sem necessidade de retirar famílias dessas propriedades.
Três famílias ribeirinhas vivem nas proximidades da área atingida, mas suas casas estão instaladas em pontos mais elevados e não foram inundadas. Segundo a Defesa Civil, os moradores receberam orientações e foram informados de que poderão contar com auxílio caso o nível da água avance sobre suas residências.
O aumento do rio está relacionado ao volume expressivo de chuvas registrado em Mato Grosso do Sul nas últimas semanas. A precipitação acumulada na região contribuiu para elevar o nível da água, inclusive em razão das chuvas ocorridas em áreas próximas às cabeceiras.
Além dos imóveis alagados, a cheia também afeta trechos de acesso utilizados por frequentadores dos ranchos e propriedades às margens do rio. A situação exige atenção redobrada de motoristas e pessoas que circulam pelas áreas próximas, especialmente onde há água sobre estradas ou sinais de erosão.
Outro ponto monitorado pelas autoridades é a BR-141, onde foram identificados problemas em um trecho da rodovia. A Defesa Civil informou que parte da área está sinalizada para alertar os condutores e reduzir o risco de acidentes.
As autoridades orientam a população a evitar áreas inundadas, não tentar atravessar estradas cobertas pela água e acompanhar os comunicados oficiais. O comportamento do rio depende das condições de chuva em diferentes pontos da bacia hidrográfica, por isso não é possível determinar apenas com os registros locais quando o nível começará a baixar.