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Menopausa precoce pode aumentar em 40% risco de doenças cardíacas; entenda

Queda no estrogênio favorece alterações como pressão alta e rigidez das artérias, elevando o risco cardiovascular ao longo do tempo.

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Menopausa precoce pode impactar diretamente a saúde do coração 

A menopausa precoce, quando ocorre antes dos 40 anos, pode elevar significativamente o risco de problemas no coração. Um estudo publicado na revista científica JAMA Cardiology aponta que mulheres nessa condição têm cerca de 40% mais chance de desenvolver doença cardíaca coronariana.

Essa doença ocorre quando as artérias que irrigam o coração ficam estreitas ou bloqueadas devido ao acúmulo de gordura. Com isso, o fluxo de sangue é reduzido, o que pode levar a complicações graves, como infarto e enfraquecimento do músculo cardíaco ao longo do tempo.

O principal fator por trás desse aumento de risco está na queda dos níveis de estrogênio — hormônio que exerce um papel importante na proteção do sistema cardiovascular. Com a diminuição hormonal, há maior propensão ao aumento da pressão arterial, ao enrijecimento das artérias e a alterações no colesterol.

Especialistas já sabiam que a menopausa, mesmo na idade considerada normal, pode afetar a saúde do coração. No entanto, quando ela acontece de forma precoce, esses impactos tendem a ser mais intensos e prolongados, exigindo maior atenção e acompanhamento médico.

Atenção e prevenção

Diante desse cenário, médicos recomendam que mulheres com menopausa precoce adotem cuidados extras com a saúde cardiovascular, como manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física regularmente, evitar o tabagismo e controlar fatores como pressão arterial e colesterol.

O acompanhamento médico também é essencial para avaliar a necessidade de tratamentos específicos, como a terapia hormonal, que pode ser indicada em alguns casos para reduzir riscos e melhorar a qualidade de vida. 

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